Nenhum período da minha existência
pode ser considerado convencional. Até mesmo a infância, dado que fui uma
criança solitária que se abandonou aos devaneios e jogos lúdicos de seu mundo
interior.
Como adolescente, aprendi a ser ainda
mais solitário e, na fase adulta, este isolamento existencial se converteu em
inadaptidão social crônica. Fui até mesmo incapaz de conseguir um trabalho que
me permitisse algum conforto ou construir uma residência simples, mas que
pudesse ser definida como um lar.
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