segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

ONTOLOGIA DO ESQUECIMENTO

O passado não para de crescer,
de se tornar presente,
intenso, imenso,
e reinventar, reivindicar, o tempo intimo do meu silêncio. 

A Memória é um tudo que me devora.
Quem eu fui é cada vez mais o que me tornei e desaparece
na crescente incerteza do agora.

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