Morrer hoje em dia seria descanso, libertação, ou, simplesmente, um alívio.
O que faço aqui não é exatamente um balanço biográfico, mas um esforço singelo para preservar o mundo tal como se apresentou para mim. Tento estabelecer a narrativa definidora da minha existência, os caminhos da minha finitude e meu modo próprio de me inscrever em uma determinada época e configuração de mundo. Aqui me ocupo de todos os tempos de mim mesmo em finitude e espanto. Levo a cabo um balanço provisório de quem fui em minha experiência de mundo.
quinta-feira, 18 de agosto de 2022
CASO EU MORESSE HOJE
Morrer hoje não teria qualquer importância. O mundo seguiria em sua insanidade coletiva, como sempre, e meu desaparecimento não seria se quer notado. A conclusão da minha existência não afetaria minha biografia. Tudo que sou já descansa em algum passado. Já superei a fase de novidades.
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