que perdi a coragem,
a vontade de ser gente.
Abandonei, de vez,
a esperança,
aquela necessidade urgente
de fazer de conta
que tudo ainda era tão simples
como nos tempos em que fui criança.
Agora, quase nada me importa.
Não quero saber do mundo,
nem espero que algo dê certo.
Levo comigo meus mortos
para um futuro incerto.
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