Sou em certa medida aquilo de que me lembro com nostalgia. Sou um passado que não para de assombrar o presente, afirmando a transitoriedade de tudo.
Mas tais memórias não criam uma identidade, fundam um sentimento de finitude e incerteza diante de tudo aquilo que é.
O passado já não é parte do mundo tal como aquele menino que fui um dia. Eis a premissa de minhas estratégias de subjetivação.
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