o almoço geralmente feito pelo meu pai, sempre melhor do que o da minha mãe,
o bolo de banana nas tardes de domingo,
os programas de rádio e as rotinas da televisão, o jornal do dia, a revista em quadrinhos, compõem o cenário hoje quase onirico dos tempos idos e edílicos de infância e tutela familiar.
Não há nada que se compare a isso nos anos de falsa autonomia de vida adulta. Absolutamente nada... Ser adulto é viver sem alma, arrancado do mundo e nostálgico de um passado que nunca foi um paraíso, mas é irracionalmente, lembrado como tal.
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