Desde o dia em que saí da casa dos meus país e da cidade em que nasci, para estudar na capital, vivo sozinho e de modo provisório e precário. Mas sempre frequentou minha imaginação a fantasia da casa ideal, do meu lugar no mundo.
Seria uma casa com quintal, varanda, paredes cheia de quadros e móveis antigos. Seria um lugar de passados, de memória. Uma casa dever ser antes de tudo um espaço de identidade e recordações, um lugar meio fora do mundo. Nunca tive o privilégio de construir uma casa. Sempre me senti nômade depois que me perdi no mundo....
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