Minhas referencias
de existência provem da experiência de juventude. Foi quando aprendi a saber e
sofrer o mundo de uma perspectiva própria, singular. É o que chamo de ambientação,
de um modo de habitar a vida que define quem somos como indivíduos.
Ficamos presos a
um conjunto de experiências e a um padrão de expressão na medida em que
amadurecemos. Pertencemos mais a nossa própria vida do que ela nos pertence. Isso
tem vantagens e desvantagens. De depende do histórico de cada um.
Os lugares que
frequentei dizem quem eu sou. Não passo de um dado de algumas pequenas
paisagens cotidianas. Elas sempre estão em mim.
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