sábado, 26 de janeiro de 2019

O CREPÚSCULO

Na casa dos meus avós maternos, nos tempos da minha infância onde a terra era fértil e o quintal povoado de árvores, o entardecer era melancólico. O canto intenso das cigarras decoravam o crepúsculo. Não precisávamos de relógios para saber as horas.
Hoje, exilado nos desertos da vida adulta,  vivo horas mortas. O anoitecer é silencioso e mal consigo ver e saber as estrelas do céu.

Nenhum comentário:

Postar um comentário