Na casa dos meus avós maternos, nos tempos da minha infância onde a terra era fértil e o quintal povoado de árvores, o entardecer era melancólico. O canto intenso das cigarras decoravam o crepúsculo. Não precisávamos de relógios para saber as horas.
Hoje, exilado nos desertos da vida adulta, vivo horas mortas. O anoitecer é silencioso e mal consigo ver e saber as estrelas do céu.
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