Uma graduação em História, entretanto, me levou a um questionamento dos saberes e dos poderes da academia como instância colonizadora do pensamento.
Desistir da possibilidade de uma carreira acadêmica foi admitir para mim mesmo que as letras me levavam acima de tudo a poesia é a uma poética do mundo.
Sendo assim, me tornei errante e sem rumo. Um adulto precário no mundo de obrigações e sobrevivencias impostas pelo imperativo de produtividade e consumo que nos impõe o sistema.
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