sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

VIDA ACADÊMICA

Passar para uma universidade pública na capital, com 18 anos, foi o fato que condicionou todo o resto da minha vida.
Uma graduação em História, entretanto,  me levou a um questionamento dos saberes e dos poderes da academia como instância colonizadora do pensamento. 
Desistir da possibilidade de uma carreira acadêmica foi admitir para mim mesmo que as letras me levavam acima de tudo a poesia é a uma poética do mundo.
Sendo assim, me tornei errante e sem rumo. Um adulto precário no mundo de obrigações e sobrevivencias impostas pelo imperativo de produtividade e consumo que nos impõe o sistema.

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