Mesmo hoje, quando a velha casa já não existe, já não é minha, nem de ninguém.
Há apenas os ecos do meu passado nas notas de uma velha canção de radio, que todo mundo lembra meio comovido sem nem mesmo saber de mim ou lamentar a ruina da minha quase incerta existência.
O mundo segue imperfeito e quase ilegível superando o encanto semi vivo da memória de nossas ridículas e inúteis infâncias.
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