Minha rebeldia, assim se imaginava, não apenas política, naquele contexto de reinvenção nacional, mais, acima de tudo, globalmente , de algum modo impreciso e contra cultural, revolucionária. Isso, considerando ser, ao mesmo tempo niilista e revolucionário, além de qualquer projeto coletivista e vazio de sociedade.
Naquele momento, ser Head banger, pelo menos segundo os hesteriotipos, era ser um adolescente branco, liberalmente rebelde de classe média urbana. Mas, muitos de nós já cresciam na periferia e se definiram como punks os metaleiros sujos que reeditavsm através de zines, bandas e underground, um novo suspiro de contra cultura.
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