Muito cedo aprendi o quanto a imaginação era essencial a experiência de uma existência significativa. Pois, o cotidiano, em sua concretude e imediaticidade, nunca foi suficiente para mim...
Nunca vi HQs como mero e inofensivo entretenimento.
Nunca vi muita diferença entre heróis e deuses e os quadrinhos sempre me pareceram mais importantes do que qualquer religião.
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