É certo que boa parte de mim morreu com cada um deles, assim como meu mundo diminuiu com o permanente luto que me oprime.
A morte dos meus entes queridos é a contrapartida do meu próprio envelhecimento. Agora sou eu o adulto, o velho, cuja existência se estreita e naufraga, aos poucos, em seu próprio passado, acumulando vazios e perdas.
A morte em sina que nada na singularidade de uma existência realmente importa, visto que é perecível e fadado ao mais completo esquecimento.
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