em que todos estavam vivos
e a felicidade era banal
como um pedaço de pão.
Naquele tempo a vida
era o simples passar das coisas.
Nada tinha razão
ou demandava explicação.
A vida era apenas a vida.
Tudo o mais, era ilusão.
O que faço aqui não é exatamente um balanço biográfico, mas um esforço singelo para preservar o mundo tal como se apresentou para mim. Tento estabelecer a narrativa definidora da minha existência, os caminhos da minha finitude e meu modo próprio de me inscrever em uma determinada época e configuração de mundo. Aqui me ocupo de todos os tempos de mim mesmo em finitude e espanto. Levo a cabo um balanço provisório de quem fui em minha experiência de mundo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário