Nada é mais fugidio do que o tempo presente.
Através dele o mundo, sempre de novo,
se desfaz como fumaça
enquanto tudo parece definitivo e urgente.
Mas é a morte é o que, afinal; define a duração de nossa urgência enquanto ser vivente.
Ser é incerto e viver duvidoso.
Nada é para sempre, nada realmente importa, nada é verdadeiramente presente...
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