de gentes e lugares,
uma infância perdida,
uma história de vida,
que define quem sou.
Tenho um passado
que se desfaz em esquecimento.
É cada vez mais difícil saber quem sou
enquanto meu passado se desfaz
na consciência incerta do inatual.
O que faço aqui não é exatamente um balanço biográfico, mas um esforço singelo para preservar o mundo tal como se apresentou para mim. Tento estabelecer a narrativa definidora da minha existência, os caminhos da minha finitude e meu modo próprio de me inscrever em uma determinada época e configuração de mundo. Aqui me ocupo de todos os tempos de mim mesmo em finitude e espanto. Levo a cabo um balanço provisório de quem fui em minha experiência de mundo.
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