Mas muitos de nós não eram capturados por estratégias de aprendiz que nos levariam a ser alguém na vida.
Éramos, antes de tudo, singulares. Tínhamos um mundo na palma da mão. Ser jovem e estudante, era provar a realidade, ser seduzido por tudo que existe e pretender ir além de tudo que nos parecia possível.