É ter a arrogância e a ousadia de imaginar-se no centro de mudanças e rupturas que transformam a vida comum .
Quando jovem eu sonhava um mundo novo como a antecipação de um futuro certo. Imaginava ou vivia a intuição de uma virtualidade que me inspirava devir ou, ainda, como uma ansiedade ontológica que me deslocava do pragmatismo do possível.
Nunca esperei vencer na vida. Sabia que podia transformá-la coletivamente. Isso era tudo que me importava por volta dos meus 18 anos. Não pensava em meu destino individualmente.
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