Certos hábitos
que definiam o cotidiano e eram tão
naturalizados se perderam com o passar da época. Mas, embora remetam ao mais
corriqueiro mimetismo cultural, acabam se convertendo em referencial afetivo e
parte da nossa memoria mais pessoal.
Certos
programas de TV, tipos de comida,
musicas e pequenos hábitos cotidianos, preenchem a economia de nossos hábitos e
se convertem em perdas que se acumulam, sem que percebamos, no simples devir
das praticas coletivas.
O cotidiano
muda o tempo todo e quase não nos percebemos dentro das épocas. O fato é que o
impessoal é, cada vez mais, expressão paradoxal do que se apresenta para nós
como intimidade e subjetividade.
Sofremos de um
vazio de experiências na decadência de nossos jogos de intimidade.
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