Sempre levei uma vida de pão com manteiga, de dinheiro curto e prazeres pequenos. Sempre estive preso a minha pequena realidade intima. Nunca fiz grandes viagens ou colecionei aventuras. Jamais fui ousado. Mantive uma ingenuidade infantil diante das coisas, uma má vontade com o mundo, que só eu sei no desalento dos meus dias. Não nasci para ser grande. Meu desafio sempre foi aprender a ser pequeno na simplicidade do cotidianamente vivido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário