O efeito do que já se foi estrutura a existência. Não, propriamente, no sentido da definição de uma identidade individual, mas da delimitação de uma memória singular do mundo, da experiência do real, como campo de singularidade e devir.
O passado é uma marca e um modo de ser. Mas ninguém tem um passado. O passado é múltiplo e uma forma de diálogo. Ele não é a mera percepção de um antes e um depois, mas a percepção da permanência, da insistência de uma vida inteira.
Saber um passado se confunde com a própria consciência.
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