Não me reconheço no tempo presente, duvido de todo futuro, e não tenho qualquer simpatia pelas novas gerações.
Carrego a intuição de um desejável colapso dos signos e símbolos em circulação, um desarranjo simbólico, que ponha em questão a própria ideia linear de tempo e toda suposta importância ou valor da vida e existência da humanidade.
Para mim, envelhecer significa perceber como uma evidência cada vez mais gritante a caduquice do mundo e da ideia de história.
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