No fundo, nosso tempo é o tempo dos outros, coabitamos a vida dividindo o mesmo hoxigênio em nossos caminhos cruzados.
Viver é, portanto, uma ação compartilhada, uma composição de corpos e afetos, que nivela a vida e a morte na intensidade e intimidade de laços que nos atravessam.Por isso, a morte do outro carrega um pouco de nossa própria morte, e a justifica.
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