A morte redesenha o passado,
sepulta o futuro,
e reduz o nada da eternidade
ao instante de um susto.
No adeus cravado na memória,
A vida me apequena no assombro cavado
pelo teu silêncio,
Enquanto me fere e conforma um adeus
que não cala a saudade,
que não da conta da vontade de te ver de novo,
enquanto a vida grita:
nunca mais.
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