segunda-feira, 6 de novembro de 2017

GEOGRAFIA AFETIVA

Os lugares que frequentava antigamente estão perdidos para mim.Seus endereços estão vazios das referencias que cotidianamente aprendi em rotinas antigas. Nada mais diz em suas geografias as experiências e acontecimentos das quais fui protagonista ou testemunha muda. Tudo está diferente. Inclusive eu, que ao revisita-los, me perco do meu próprio passado. Inutilmente procuro em tudo marcas daqueles caros momentos arquivados na memória. Mas é inútil. Nada do que fui ainda resta nestes familiares espaços que se reinventaram.


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