Quando em pequena idade, lá pelos quatro ou cinco anos, me tornei um aficionado por HQs , nem mesmo sabia ler. Minha mãe lia às histórias enquanto eu me encantava com as imagens e desenvolvia um profundo senso de fantasia ou intimidade com o mundo da imaginação.
Algumas questões hoje pueris eram para mim decisivas. Não conseguia entender como o superman e outros heróis da DC podiam voar. Afinal, eles não tinham asas. Os heróis da Marvel, ao contrário, pareciam mais realistas, se assim se pode dizer, em relação a isso.
O homem aranha sacudia-se em suas teias, o Hulk pulava longas distâncias e o Thor era impulsionado pelo seu martelo.
Batman era a minha principal referência. Talvez justamente por não ter super poderes. Um herói para mim não era propriamente uma espécie de semi deus. Ele precisava ter alguma coisa de humano e, só mesmo tempo, de extraordinário. Batman me parecia a melhor tradução disso.
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