Machado de Assis e sua trilogia básica ( Memórias póstumas, Quincas Borba e Ejau e Jacó) foram leituras de adolescência e não propriamente de formação.
Mas gostava da ironia e amargura dessas narrativas. O simples acontecer da vida ganhava um gosto de melancolia e niilismo nesses livros que me agradava profundamente. Mesmo assim nunca o considerei Machado de Assis um de meus autores prediletos. Ele era apenas parte do cânone que a escola nos impõe sem permitir questionamentos.
O que faço aqui não é exatamente um balanço biográfico, mas um esforço singelo para preservar o mundo tal como se apresentou para mim. Tento estabelecer a narrativa definidora da minha existência, os caminhos da minha finitude e meu modo próprio de me inscrever em uma determinada época e configuração de mundo. Aqui me ocupo de todos os tempos de mim mesmo em finitude e espanto. Levo a cabo um balanço provisório de quem fui em minha experiência de mundo.
quarta-feira, 27 de junho de 2018
LEITURAS DE FORMAÇÃO II
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