Com o passar dos anos aprendi que a existência é um acúmulo caótico de experiências, de momentos dentro de momentos, que não conduzem a nenhum propósito.
Entretanto, através dos arranjos seletivos da memória, estabelecemos sentidos provisórios. Transformamos isso em identidade.
Acreditamos em nossa ilusão como sujeitos de nossas experiências inventando biografias.
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