quinta-feira, 21 de junho de 2018

SOBRE O AGORA

A menor idade, a infância dos atos, que na memória  não cabe, inventa sempre retratos do meu passado.

Penso contra o agora do tempo e a margem da identidade.
Meu lugar é sempre um agora que não me contém.

Adivinho antiguidades de mim mesmo, o agora é sempre o arcaico sentimento do que passou como lugar de identidade.

O sem tempo da memória é pura ontologia...

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