A menor idade, a infância dos atos, que na memória não cabe, inventa sempre retratos do meu passado.
Penso contra o agora do tempo e a margem da identidade.
Meu lugar é sempre um agora que não me contém.
Adivinho antiguidades de mim mesmo, o agora é sempre o arcaico sentimento do que passou como lugar de identidade.
O sem tempo da memória é pura ontologia...
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