Fora de mim e dentro do mundo, pertenço profundamente aos anos 70 do século XX. Não apenas por ter sido a época dos meus primeiros anos. Mas, antes de tudo, pela experiência impessoal de um tempo presente onde ainda era possível criar vida, contemplar horizontes, e viver de esperanças. Obviamente, entretanto, tal memória não contempla a experiência de muita gente que anonimamente compartilhou esta época comigo.
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