segunda-feira, 16 de julho de 2018

AMBIENTAÇÕES


Ás vezes me lembro das ambientações dos tempos de  criança. Coisa pouca como o quintal da casa dos meus avós maternos ou os jardins da casa dos meus pais. São lembranças fragmentadas que dizem lugares onde ainda me abrigo, que me servem de referência.


Claro que a rua em que cresci não é hoje a mesma rua. Faltam pessoas e configurações de  cenário apagadas pelo tempo. Não é o mesmo ambiente. Ouso mesmo dizer que tudo que estes lugares são ficou no passado. Pelo menos para mim. Mas trata-se de um passado que ninguém jamais saberá. Nem mesmo faria diferença saber. É todo um modo de vida que se perdeu e não pode ser restaurado.

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