Tenho um passado que me faz viver contra o presente e o futuro. É um passado modesto, feito de cenas quebradas de infância, experiências domésticas, rotinas de escola, e vivências banais de mundo.
Nada que valha um momento de História.
Este passado presentificado como afeto, como vazio, ocupa meus pensamentos, define sensibilidades, estabelecendo uma estética de existência.
É através dele que me defino, que me estranho, no indeterminado tempo do instante onde quase não sou agora.
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