Perdi a vitalidade da juventude quando me dei conta que a vida cotidiana não passa de uma prisão. Desde então não cultivo ilusões sobre meu destino pessoal ou sobre as possibilidades e potencialidades dos meus atos. Tenho vivido como um condenado sentenciado por uma sociedade onde a minha existência não passa de um dado estatístico. Nenhuma biografia é relevante, toda memória pessoal é descartável no arquivo dos cemitérios.
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