Nos anos 70 do século passado, os pinos mágicos eram um brinquedo simples
que aguçava espantosamente a imaginação e gozava de grande popularidade. Era
possível montar quase qualquer coisa com eles.
Seu princípio básico era o “faz de conta”, a semelhança das peças de lego,
também muito vendidas na época. Conceber e inventar brinquedos com eles era um
divertido passatempo infantil com verniz educacional. Ocupava as mãos e a
imaginação.
Ser criança nos anos 70 ainda pressupunha o domínio de pouca informação e
o cultivo praticamente ilimitado da imaginação.

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