Começar a envelhecer me conduziu a uma valoração da infância, a uma desvalorização da fase adulta, onde nos adaptamos as exigências e códigos da vida social em detrimento de nossas estratégias intuitivas de subjetivação. Existe um devir criança que representa evasões, distanciamentos, de tudo aquilo que nos furta a irreverência e a espontaneidade. A vida se torna insuportável quando nos tornamos pragmáticos e apenas nos dedicarmos ao exercício da sobrevivência.
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