quarta-feira, 31 de outubro de 2018

O ENCANTAMENTO DOS PEQUENOS DETALHES


Desde os meus 18 anos a companhia do cigarro e do álcool definiram meu cotidiano modo de morrer e de viver. Meu sentimento de mundo, a administração de minhas ansiedades, somada a um temperamento melancólico e frustrações pessoais, foram compensados pela embriaguez, por uma busca pela criatividade e pela produção de mim mesmo como uma regra básica do meu dia a dia. Sempre busquei no banal, nos pequenos detalhes do meu dia a dia, um certo prazer gratuito de estar vivo. Por isso escutar musica, estar sempre com um fone de ouvido, sempre foi para mim uma necessidade vital durante as costumeiras caminhadas de fim de semana.

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