Para mim é muito evidente a diferença entre o tempo biográfico e o tempo do mundo ou da sociedade. É no primeiro onde existo concretamente a margem dos acontecimentos coletivos.
É o tempo qualitativo e afetivo da biografia que me define na construção social de subjetividades. É ele que me abriga e proporciona algo próximo a uma identidade sempre provisória, que me confronta com a finitude.
No plano da vida concreta, a dimensão publica e privada da existência se confundem no tempo vivido como matéria e memória.
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