Recebi uma educação católica e durante a infância ir a missa de domingo era uma obrigação imposta por minha mãe.
Mas a ideia de deus nunca contaminou minha imaginação infantil. Quando adolescente, só contrário, o que era evidente para mim era a impossibilidade de qualquer experiência pessoal deste deus que me ensinavam como premissa de todas as coisas. Acho que foi com quinze anos que passei a me reconhecer como ateu, evoluindo em pouco tempo para um anticlericalismo bastante raivoso.
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