Lembro-me dos livros de histórias
infantis dos primeiros anos de escola fundamental. Eram coloridos e preenchidos
por narrativas breves e compreensíveis para quem ainda aprende a ler e
apresenta um padrão cognitivo mais imagético do que verbal.
Ainda guardo profundo carinho por
livros infantis. Não são apenas outro tipo de leitura onde a imaginação
predomina sobre os conceitos e enunciados, são também uma modo de construção da
experiência através de narrativas que inspiram afetos, sensibilidades.
Creio que os “livros de
historinhas de fadas” era a única parte da primeira escola que realmente
significava alguma coisa para mim em termos de aprendizado e crescimento
pessoal.
Narrativas como Cachinhos Dourados
e a Família Urso ou o Patinho Feio frequentaram minha imaginação de modo
realmente muito criativo.
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