sexta-feira, 3 de agosto de 2018

HISTÓRIAS DE FADA





Lembro-me dos livros de histórias infantis dos primeiros anos de escola fundamental. Eram coloridos e preenchidos por narrativas breves e compreensíveis para quem ainda aprende a ler e apresenta um padrão cognitivo mais imagético do que verbal.

Ainda guardo profundo carinho por livros infantis. Não são apenas outro tipo de leitura onde a imaginação predomina sobre os conceitos e enunciados, são também uma modo de construção da experiência através de narrativas que inspiram afetos, sensibilidades.

Creio que os “livros de historinhas de fadas” era a única parte da primeira escola que realmente significava alguma coisa para mim em termos de aprendizado e crescimento pessoal.

Narrativas como Cachinhos Dourados e a Família Urso ou o Patinho Feio frequentaram minha imaginação de modo realmente muito criativo.
  


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