No inicio dos anos dos 2000 vivi meu único e duradouro
caso de amor romântico. Eu ainda era demasiadamente jovem e inexperiente nas
coisas do coração e mesmo tendo passado dos trinta anos mantinha certa
ingenuidade adolescente sobre o comercio afetivo do eu e do outro.
Por um pouco mais de cinco anos me conformei a rotina de um enamorado.
Depois disso, sem qualquer motivo, o encanto se quebrou. Ela era mais velha e,
ao contrario de mim, tinha sua vida estruturada em laços de família. Eu ao
contrário seguia errante sem saber o que esperar do futuro.
Foram anos de encantamento. Mas não duraram para sempre.
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