Alguns autores ou pensadores cuja leitura me entusiasmava e inspirava quando adolescente hoje me são totalmente indiferentes. A quase totalidade deles são marxistas ou vinculados de algum modo a tal tradição. Hoje posso dizer que quatro autores ainda me inspiraram de modo mais contínuo e pro fundo, constituindo leituras para vida toda: Jung, Foucault, Deleuze e, obviamente, Nietzsche. Os três primeiros se reúnem em torno deste último. Tal afinidade eletiva traduz buscas e inquietações. Angústias que acho que hão de doer a vida inteira através de minhas reflexões rotas.
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