quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

VIDA DE ESTUDANTE E MATURIDADE



O que posso dizer sobre a minha vida por volta dos trinta anos é que permaneci refém de protocolos de existência que remetiam ao cotidiano de estudante e a praticas adolescentes de existência que escamoteavam a dramática questão de circunscrever ou reinventar minhas identidades dentro de uma persona adulta ou pragmática.

O conformismo a instabilidade financeira, a recusa de um estatus social associado  ao consumo de certos bens materiais, constituição de uma residência tradicional ou mesmo ao cumprimento dos ritos elementares da maturidade, como ter filhos e relacionamentos de longo prazo, me afastaram de uma vida mais convencional dentro dos atuais padrões sociais.
Não tomo isso como um fracasso intencional, mas como a opção por um estilo de vida associado a afirmação plena da minha subjetividade e individualidade.  

Nenhum comentário:

Postar um comentário