Terminar a graduação não foi
exatamente uma vitória para mim. Basicamente me surpreendi refém do meu incerto
primeiro emprego de comissionado de autarquia estadual e cada vez mais distante
de uma carreira acadêmica. Ao mesmo tempo ainda mantinha a rotina de uma vida
de estudante. Tudo provisório e incerto em minha existência, apesar do salário fixo.
Acomodado aos fatos me afoguei na rotina enquanto os anos passavam. Este
sentimento de estagnação me definiria de modo radical. Mas me sentia
impotente... mesmo depois de uma pós
latu sensu em história moderna, feita alguns anos depois na velha faculdade, não superaria tal sentimento de falta de possibilidade
de refazer e reinventar meus dias através de novas perspectivas profissionais.
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