
A CRIANÇA
A criança que fui um dia se perdeu no tempo.
Nela não reconheço qualquer origem
ou pré versão de mim mesmo.
Não sou aquele infante
que me ignora na fotografia.
Não sou se quer sua memória.
Afinal,
quantos de mim já existiram?
Quantos um dia deixei de ser
neste devir incerto que me faz sempre provisório?





muito fofinho!
ResponderExcluirvamos nos encontrar menino
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